B.V tipo “boca virgem”? UIAHUIAHUIAH Não né
Gabriela. 18.08.95, Brasil, São Paulo-SP. Sentir.
"Eu quis mastigar sentimentos sem ao menos entendê-los, quis tanto coisas que não estavam ao meu alcance - não por não consegui-las, mas por não estar pronta para tê-las. Quis. Quis de tudo e de todos. De tanto querer, acredita que continuo a procurar o que é meu de verdade?"
"É a verdade o que assombra,
O descaso o que condena,
A estupidez o que destrói.
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais.
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra de ninguém
E sei que devo resistir -
Eu quero a espada em minhas mãos.
(…)
Não me entrego sem lutar -
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render:
Que caia o inimigo então." - Metal contra as nuvens, Legião Urbana
O descaso o que condena,
A estupidez o que destrói.
Eu vejo tudo que se foi
E o que não existe mais.
Tenho os sentidos já dormentes,
O corpo quer, a alma entende.
Esta é a terra de ninguém
E sei que devo resistir -
Eu quero a espada em minhas mãos.
(…)
Não me entrego sem lutar -
Tenho ainda coração.
Não aprendi a me render:
Que caia o inimigo então." - Metal contra as nuvens, Legião Urbana
"Está quase no fim de um jornada cheia de tropeços, quedas, feridas, sorrisos, abraços. Está quase no fim. Amanhã chegará e eu ao menos estou preparada. Como dormir pesando uma pena e ao amanhecer estar por cima de ti um elefante gordo e velho. Aquele tipo de coisa que não se escolhe, você só precisa saber como lidar - se o deixará te esmagar ou criará forças para tirá-lo dali." - Gabriela Souza
"Quem me dera, ao menos uma vez, ter de volta todo o ouro que entreguei a quem conseguiu me convencer que era prova de amizade se alguém levasse embora até o que eu não tinha. Quem me dera, ao menos uma vez esquecer que acreditei que era por brincadeira que se cortava sempre um pano de chão de linho nobre e pura seda. Quem me dera, ao menos uma vez, explicar o que ninguém consegue entender: Que o que aconteceu ainda está por vir e o futuro não é mais como era antigamente. Quem me dera, ao menos uma vez, provar que quem tem mais do que precisa ter quase sempre se convence que não tem o bastante, fala demais por não ter nada a dizer. Quem me dera, ao menos uma vez, que o mais simples fosse visto como o mais importante, mas nos deram espelhos e vimos um mundo doente. Quem me dera, ao menos uma vez, entender como um só Deus ao mesmo tempo é três e esse mesmo Deus foi morto por vocês - É só maldade então, deixar Deus tão triste. Eu quis o perigo e até sangrei sozinho. Entenda - assim pude trazer você de volta pra mim. Quando descobri que é sempre só você que me entende do início ao fim e é só você que tem a cura pro meu vício de insistir nessa saudade que eu sinto de tudo que eu ainda não vivi. Quem me dera, ao menos uma vez, acreditar por um instante em tudo que existe e acreditar que o mundo é perfeito e que todas as pessoas são felizes…Quem me dera, ao menos uma vez, fazer com que o mundo saiba que seu nome está em tudo e mesmo assim ninguém lhe diz ao menos obrigado. Quem me dera, ao menos uma vez, como a mais bela tribo, dos mais belos índios, não ser atacado por ser inocente. (…) Tentei chorar e não consegui." - Índios, Legião Urbana.
"Andando nas ruas pensei que podia ouvir alguém me chamando, dizendo meu nome. Já estou cheio de me sentir vazio. Meu corpo é quente e estou sentindo frio…Todo mundo sabe e ninguém quer saber, afinal, amar o próximo é tão demodé." - Baader-Meinhof Blues, minha Legião Urbana